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Cartas de Risco a Escorregamento em Encostas nos Municípios Fluminenses PDF Imprimir E-mail
A metodologia de análise qualitativa, em escala grande, do risco geológico a escorregamentos, adequada às condições do Estado do Rio de Janeiro, foi definida em 2010, servindo de base para o programa de Mapeamento de trinta e um municípios, considerados prioritários, em função da análise apresentada, em dezembro de 2009, no documento Diagnóstico Preliminar sobre o Risco a Escorregamentos no Estado do Rio de Janeiro, produzido pelo Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro e aprovado pelo Governo do Estado.

O produto é composto das Cartas de Risco a escorregamentos de 31 municipios, referentes aos blocos 1-2 (Mangaratiba, Itaguaí, Paraty, Rio Claro, Nova Iguaçu, Queimados, Piraí e Japeri); 3-4 (Duque de Caxias, Mesquita, Nilópolis, São João de Meriti, Magé, Maricá, São Gonçalo e Rio Bonito); 5 (Barra Mansa, Barra do Piraí, Mendes, Paty do Alferes e Vassouras); 6 (Itatiaia, Miguel Pereira, Paracambi, Paulo de Frontin e Resende) e 7 (Bom Jardim, Areal, Sumidouro, São José do Vale do Rio Preto e Cachoeiras de Macacu), que foram repassados diretamente às Defesas Civis municipais, para subsídio aos seus Planos Municipais de Redução de Risco e Plano de Contingência para o próximo verão. 

No dia 28 de dezembro de 2011, no Auditório do Anexo do Palácio Guanabara, o Governo do Estado apresentou o plano de prevenção nesses 31 municípios, entregando aos Prefeitos e seus representantes cópia dos relatórios e das Cartas de Risco que foram produzidas pelo Serviço Geológico do Estado do ao longo do ano de 2011, além de apresentar uma série de medidas para enfrentamento deste quadro, de curto e médio prazo, integrando as ações das diferentes pastas (Defesa Civil, Obras, Desenvolvimento Econômico, Ambiente,   Assistência Social, Habitação), coordenadas pelo VIce-Governador e Coordenador de Infra Estrutura. De acordo com o levantamento realizado nesses trinta e um municípios, existem 7.683 casas ameaçadas, somando cerca de 32 mil pessoas expostas aos riscos de deslizamento de encostas.

O programa de mapeamento do Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro é feito com recursos repassados pelo Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano – FECAM, da Secretaria de Estado do Ambiente - SEA.

 
 

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